AIDS – Tão perigosa quanto antigamente

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A temida AIDS, com o nome científico da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é uma enfermidade infecto- contagiosa ocasionada pelo vírus HIV, que acarreta o enfraquecimento crescente e diário do sistema imunológico. Esta doença ao contrario do que muitos pensam, é um conjunto de sintomas e enfermidades advindos da diminuição dos linfócitos CD4, células de extrema importantes para a defesa da Imunidade. Com a progressão da doença, o sistema imunológico fica ainda mais comprometido e consequentemente o portador da doença fica mais vulnerável e com uma dificuldade maior de se defender de outras infecções.

Os principais sintomas na grande maioria dos casos se dão logo no surgimento da doença e são amenos, onde a pessoa não percebe a gravidade da doença e os associa a uma outra doença ou a um mal estar passageiro. No momento em que os sintomas começam a se manifestar com uma intensidade maior, derivados de outras viroses mais complexas, a imunidade se enfraquece ainda mais, porém, a intensidade dependerá do organismo de cada um.

Porém os agouros mais comuns são: febre por longos períodos, sarcoma de kaposi (câncer no tecido conjuntivo), calafrios, cefaleia, dor de garganta e musculares que aparecem poucas semanas após o individuo contrair o vírus e quando não tratados da maneira correta, podem ocasionar outras doenças, como tuberculose, pneumonia, meningite, toxoplasmose, candidíase, entre outras, que aparecem nas fases mais avançadas da enfermidade.

A transmissão do vírus depende do contato com alguma mucosa e/ou ferida com sangue infectado. Ao contrario do que muitos ainda pensam, por falta de informação na maioria dos casos, a AIDS não é transmitido por suor, beijo, laminas de barbear, uso de banheiros públicos, utilizar os mesmos talheres, picadas de mosquito, ou situações parecidas. As formas de transmissão mais conhecidas são penetração sexual sem proteção, uso de agulhas ou produtos que contenham sangue infectado. E ainda a transmissão de mãe para filho, mas com um pré-natal e a utilização de remédios é possível impedir o contagio.

Para fazer o diagnostico é necessário realizar um exame de sangue especifico para diagnosticar a AIDS, mas este exame só permite a identificação do vírus 20 dias após a situação de risco, por isso não adianta ter passado por uma situação de risco hoje e amanhã fazer o teste. Há também a possibilidade de fazer um exame laboratorial mais rápido, onde o resultado sai algumas horas depois.

A forma mais conhecida e eficaz de tratamento é o coquetel de medicamentos para portadores do vírus HIV, associando inúmeros medicamentos, o que revolucionou a história e melhorou o destino das pessoas que contraem o vírus, passando de uma doença letal, para uma doença crônica controlável. Hoje em dia, se o portador do vírus toma os medicamentos de forma adequada podem ter uma vida longa.

O uso do coquetel traz alguns efeitos colaterais como acumulo de tecido adiposo no abdômen, veias visíveis, redistribuição de gordura pelo corpo, tonturas, diarreia, enjoos, e o uso dos remédios, por serem fortes, podem causar alguns danos, mas de modo geral o tratamento é suportável e traz benefícios para os portadores.

 

 

Author: VLBrazil