Orphan Black da vida real: Adolescente encontra 6 “clones” seus através de redes sociais

Santana Gutierrez, uma adolescente de 17 anos nos Estados Unidos, trabalhava no Shopping Fashion Valley quando encontrou sua primeira “clone”, chamada Isobel na loja Apple Store. Isobel uma vendedora que trabalhava no Shopping, também se surpreendeu com a semelhança física com Santana. Ambas tiraram uma foto juntas que foi parar no twiter em setembro de 2016. A foto viralizou.

 

Desde então, seguidores de Santana começaram a procurar outros clones da menina.

E realmente encontraram. Uma terceira e quarta menina idênticas as outras duas foram encontradas pelos seguidores de Santana. Com a repercussão da história, outras pessoas apontaram semelhanças entre as meninas com as atrizes Samantha Boscarino e Auli’I Carvalho.

 

A história de Santana lembra a série de televisão Orphan Black, ficção científica criada por Graeme Manson e John Fawcett. Estrelada pela atriz Tatiana Maslany, o enredo se baseia na história de Sarah Maning, uma mulher que assume a identidade de outro clone, Elizabeth Childs, depois de testemunhar o suicídio da mesma. A série apresenta em sua primeira temporada, 6 clones de Sarah e levanta questões sobre as implicações morais e éticas da clonagem humana e seus efeitos sobre questões de identidade pessoal.

 

No caso da “Sarah Maning” da vida real, a adolescente Santana Gutierrez faz questão de conhecer todas as suas “clones” pessoalmente.

 

Os comentários no twiter foram tantos, que chamaram a atenção da conta oficial da série Orphan Black, que fez um tweet para Santana.

 

“Se precisar de ajuda com seus “clones” pode contar com a gente”.

 

Polêmicas em torno da clonagem humana ganharam forma em 2002, quando Brigitte Boisselier, integrante da Seita raeliana afirmou que o primeiro bebê clonado havia nascido no dia 27 de Dezembro. Segundo Boisselier, 46, presidente do laboratório Clonaid, uma menina chamada Eve teria nascido de cesárea com 3,1 quilos às 14h55 (horário de Brasília) do dia 26, em condições estáveis. Em novembro, ela disse que uma criança clonada nasceria nos Estados Unidos como cópia genética de sua mãe.

 

Os estudos e esforços para clonar um ser humano, foram mantidos em sigilo absoluto, tornando praticamente impossível confirmar a veracidade da informação divulgada pelo laboratório.

O anúncio, na época, foi recebido com ceticismo e indignação por parte da comunidade médica e científica.

 

A clonagem humana é proibida em cerca de 30 países, embora alguns estados admitem sua utilização para fins terapêuticos, não reprodutivos.

 

Existindo bebês clonados ou não, a história peculiar de Santana Gutierrez, ao menos rendeu boas risadas entre elas. Resta saber se existem outros “clones” dela espalhados por aí.

 

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Author: VLBrazil